sábado, 3 de novembro de 2012

Lembranças camufladas em pelúcia

Para Tamy Ito e Lorenzo Leal 

 Bichos de pelúcias espalhados pelo quarto, não são somente ornamentos que hoje ocupam espaço.
  É o ursinho, defensor dos fracos e oprimidos, ou pelo menos um anjinho que protegia o sono da criança do bicho papão, do monstro do armário ou que morava embaixo da cama.
  De repente não era um urso, podia ser o gatinho, o cachorrinho, um peixe?! Não sei, poderia ser qualquer bichinho que fosse o seu preferido.
  De repente era o sapo, que para as meninas poderia representar a esperança de encontrar o príncipe, com um simples beijo, o beijo do amor verdadeiro.
  E vem o beijo... O bichinho de pelúcia, com corações, delicados, promessa do amor eterno, e de te amo para sempre... São os corações de pelúcia, os anjinhos talvez, já não são mais sapos, são as promessas...
  Pode ser que seja personagens, videogames, filmes, seriados?! Lembranças de amigos, presentes de desaniversários... De repente, uma pelúcia por um bolinho...
  As pelúcias, podem representar incomodo para os que não possuem, mas quem os possui, é a infância, o primeiro amor, lembranças de amigos queridos, de repente, um pedido de desculpa, de repente, um "ei, eu sei que você existe, olha aqui, lembrei de você", um gosto, um desgosto...
  Representação da memória, representação das lembranças... Representação de uma vida!

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