domingo, 20 de fevereiro de 2011

Na estação do metrô

  E o que ficou na memória foi aquele abraço.
  O abraço que, mesmo findando, não se aguentou de saudade, já se emendou no próximo, que ambos pares de braço se deram, e corpos, e corações. Apertados e juntos.
  Era uma cena de carinho inenarrável, pois mesmo os demais que estavam presentes não puderam sentir a magia que ocorria no momento.
  A paixão do menino pela sua mulher e sua necessidade de estar junto daquela que se fez amada por ele.
  A única coisa que o menino não sabia é que ela também se fizera menina ao se render aos braços daquele que se fizera homem para ela, no momento de amor, que jamais ninguém entendera e somente os dois, sentiram.


Entitulado por Gustavo Saito de "Provocação", este que furtou o meu texto e publicou no seu blog.

5 comentários:

Anônimo disse...

AHHAAHHAHAHAHAH EU RI

Untitled disse...

você não tem moral!

Anônimo disse...

Tenho mais que você imagina HAHAHAHAHA

Untitled disse...

Não sei com quem... Quem for esse dito cujo, me apresenta, por favor!

Anônimo disse...

Você não se conhece?! ahahahahahahhahahahaahhaaha isso é tão F.Pessoa!!!

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