quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Avó, mãe e filha

Não se sabe o que se esconde no balançar da cadeira
Memórias, leituras e livros, infinidade de brincadeira
Foi onde se sentou a minha mãe, na minha época de ninar
E antes a minha avó, que vivia para minha mãe a cantar

A cadeira esconde os meus sonhos no ir do balançar
O amor de minha mãe no voltar
E as canções de minha avó no movimentar

É a cadeira de nossas vidas
No ir e vir constante
Nunca saiu do lugar ao longo do tempo
Mas movimentou nossos sonhos, vidas e amores

4 comentários:

Anônimo disse...

Adorei esse poema!
muito lírico HAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAAHHA -parei

Se não fosse, também, eu te dava uma "cadeirada"! AHHAHAHAHAH

Karin Hessel disse...

oi Naty, gostei, parabéns! Karin

Marina disse...

Lindíssimo! E é assim mesmo: para ser humano é preciso ir e voltar no tempo, ter contato com a avó, o passado. Isso é que determinará quem somos hoje e a herança que receberemos (:

Eduardo Ferreira disse...

Lindo, Natalia! Me senti no balanço , me trouxe lembranças da infância!

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