quinta-feira, 19 de agosto de 2010

A resposta da Linguística

De mosaico também se faz arte
Da mistura do todo, tiramos a parte
Do novo e do velho, do erudito ao lixo
Vemos de tudo, lado-a-lado, dividindo o mesmo nicho

O que é certo e o que é errado?
Será que realmente não podemos mesmo misturar o falado?
Mundos diferentes e seus sentidos figurados
Se não houver a diferença, ficará tudo igualado

Se não se pode expressar livremente
Viverão todos assim igualmente?
Se não houver o diferente, como saberemos o correto?
Quais serão os parâmetros certos?

Se tudo se movimenta, por que não a fala do povo?
Por que não mudar e tornar algo novo?
Se o mundo muda, por que não mudar junto?

Ficar-se-á sempre falando arcaicamente?

Se não permite variâncias, como distinguir o um do outro?
Como deixar a marca de um grupo?
Como esconder a beleza do novo
Se barra-se veemente a variância da língua de um povo.

4 comentários:

Anônimo disse...

Por que será que eu tô com nojo desse poema? HUASHUHUSAUHSAUHSSHUAUHSAUHUHAASSAHSAHUSAHUSAUHSAUSUHSAUHSASAUHSAHUSASAHUSHUSAHUSAUHHU

Untitled disse...

Seu sem graça!!! Eu não falei mal assim do seu texto!!!

Anônimo disse...

ASUHUHUHUAHSHASUHASUHASUHAU Ai, Natália, você entendeu que foi uma brincadeira! aff...

E não disse que tá mal escrito, só disse que não acredito na idéia de que falar errado é certo. Aliás, SÓ isso que eu não gosto na lingüística (com trema). O problema não é o poema em si - tem rima, métrica e tudo mais-, é a idéia que ele traz.

hahaaha mas quem mandou cê responder meu texto? HAHAHA

Marina disse...

O Gustavo anda muito parnasiano hahaha Manuel Bandeira concordaria com você, Nati. E eu também! Às vezes, o arcaísmo e o conservadorismo na escrita bloqueia as ideias, ainda mais as métricas! Gênios são os que conseguem usá-la, mas é bom variar a língua...

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